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segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

DOENÇA -QUE SIGNIFICA?



   A medicina ecológica interpreta doença como um mal desenvolvido, mais do que adquirido ou contraído, como se presume. considerem-se os seguintes aspectos:

 *A condição indispensável ao surgimento das doenças é viver agredindo o corpo,tanto no aspecto físico como mental.
 *No aspecto físico, uma alimentação de qualidade inferior, a perversão e o excesso sexual, a falta de repouso e lazer apropriados, a vida sedentária, o vícios e as drogas são os grandes vilões.
 * O aspecto mental é tão importante como o físico e vem sempre associado àquele. O perfil psíquico do candidato à derrocada da capacidade imunitária inclui invariavelmente uma ou várias das seguintes características: Perda da auto-estima, sentimentos de culpa, desejo de fugir da realidade,euforia doentia seguida de melancolia, carência afetiva, desilusão, revolta. os usuários de entorpecentes exibem essas condições psíquicas que, somadas a outros fatores de intoxicação, minam a capacidade imunitária até a última gota.
 *portanto vírus,bactérias, e outros agentes infecciosos são, no pleno sentido da palavra, oportunistas. Segundo os naturopatas, não são capazes de infligir danos ao organismo forte e sadio. Aproveitam-se do episódios de enfraquecimento do corpo para atacar. Multiplicam-se e  continuam fazendo estrago, até o ponto em que o corpo reúne forças para rechaçá-los.
 *Enquanto, por um lado, não se pode subestimar a capacidade defensiva do corpo, não se pode também menosprezar o poder de fogo do poder infectante. O x da questão é sua atuação( do agente infectante) vem sendo superestimada, enquanto os outros fatores de agressão e imunodepressão aqui mencionados são frequentemente esquecidos. Há, pois, duas posições extremas que convém evitar:
  *A primeira, mais corrente entre os experts da ciência médica convencional e divulgada pela imprensa (às vezes em tom sensacionalistas), consiste em engrandecer o poder do agente infectante, criando verdadeira "fobia microbiana". Nas epidemias promovem-se campanhas preventivas. No front dos laboratórios procura-se, a custos bilionários, a droga fatal. Não se fala no que é mais importante: incrementar a resistência do corpo para que este desenvolva condições de repelir os eventuais ataques.


 *O outro extremo, também prenhe de riscos, é duvidar do poder de ataque de um organismo agressor, como vírus ou bactéria. Ainda sabemos bem pouco sobre o limiar de nossa capacidade defensiva. Não há como estabelecer isso com precisão. Cada indivíduo apresenta características imunitárias próprias, sendo um organismo mais resistente a determinado tipo de agressão que outro. como garantir que o meu corpo acha-se suficientemente preparado par enfrentar, por exemplo,o arsenal de vírus? Citam-se casos sensacionais de defensores da capacidade de resistência do organismo humano que, para provar sua tese, teriam auto-inoculado o HIV no corpo. O nome certo para essa atitude é presunção, se não loucura.

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