
Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), são considerados idosos as pessoas com mais de 60 anos. O Brasil passará de 14 milhões e 100 mil para 33 milhões e 400 mil idosos.
É um mito dizermos que para termos um envelhecimento saudável, devemos ter uma não incidência de doenças, já que o idoso na maioria das vezes, pelo desgaste do próprio tempo de vida, poderá ter doenças como diabetes, hipertensão entre outros.
O caminho é desenvolvermos um envelhecimento ativo, onde a autonomia e a independência estarão presentes em nossa participação nas questões sociais, econômicas, culturais, espirituais e civis.
A adoção de estilos de vida mais saudáveis colaboram com um envelhecer ativo, alimentação, sono saudáveis, atividade física e etc.
Um estudo recente realizado na Harvard Medical School sobre envelhecimento, nos trouxe como contribuição à idéia de que, além da alimentação e atividade física, o emocional nos revela um grande aliado para longevidade saudável.
Neste estudo os indivíduos foram divididos em dois grupos:
Os felizes e sem doença e os tristes e com doenças.
Os mecanismos de enfrentamento que mais diferenciaram os “felizes” dos “não felizes” são: sublimação, bom humor, altruísmo e saber esquecer e adiar.
O desapego, a criatividade, e o perdão também podem ajudar muito.
Sabemos hoje que o envelhecimento é influenciado 30% por fatores genéticos, 20% por fatores ambientais e os outros 50% por nossas escolhas.
A soma que faz a diferença:
Sublimação
Bom Humor
Altruísmo
Saber esquecer e adiar
Perdoar
Desapego
Alimentação Saudável
Diminuir pode Ajudar:
Vícios em geral (Tabagismo, álcool etc...)
Sedentarismo
Egoísmo
Apego
Há um provérbio chinês que diz:
“A juventude não é uma época da vida, é um estado de espírito. “
A partir desta reflexão, faça você mesmo sua escolha, veja por qual caminho deseja seguir.

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